Escuta com presençaCompreender a pessoa antes de organizar o problema.
Rigor com proporcionalidadeFazer o necessário com profundidade, evitando negligência e excesso.
Continuidade e responsabilidadeO cuidado não termina quando a consulta acaba.
ClarezaTornar compreensíveis hipóteses, incertezas, decisões e próximos passos.
Decisão compartilhadaConstruir decisões e condutas com a pessoa cuidada ou com seu responsável, sem diluir a responsabilidade técnica do médico.
Tecnologia a serviço da relaçãoAmpliar a capacidade clínica sem substituir presença, julgamento ou responsabilidade.
Discrição e respeito à intimidadeProteger o que a pessoa revela e compartilhar apenas o necessário.
Independência clínicaManter a conduta orientada pela pessoa cuidada e pela boa medicina.
Honestidade sobre limitesNão prometer certeza onde ela não existe.
Simplicidade com responsabilidadeEscolher o caminho suficiente, ético e legal, preservando a formalização futura quando necessária.